As exportações capixabas dos primeiros nove meses deste ano superam em US$ 17 milhões as exportações feitas pelo Estado de janeiro a dezembro de 2005. Segundo dados levantados pelo Centro de Indústrias Exportadoras de Rochas Ornamentais (Centro), de janeiro a setembro de 2006, o Estado exportou US$ 507,4 milhões (1,08 milhões de toneladas) contra US$ 490 milhões (1,1 milhões de toneladas).
O Sindirochas e o Centro de Indústrias Exportadoras de Rochas Ornamentais lançaram a meta de US$ 650 milhões em exportações para este ano. Tudo indica que essa meta vai ser atingida.Mesmo com os bons resultados, os exportadores têm desafios a superar: descentralizar o mercado consumidor rochas capixabas (cerca de 80% dos manufaturados, maior parte das exportações, vão para os Estados Unidos), melhorar a logística de transporte de cargas do Estado e manter o câmbio estável.
Principais destinos das exportações brasileiras
A maior parte das exportações brasileiras são feitas na forma de manufaturados (chapas e outros produtos acabados). De janeiro a setembro deste ano o país vendeu ao mercado externo US$ 781 milhões em rochas ornamentais, sendo US$ 517 milhões em manufaturados (88% para os EUA) e US$ 150 milhões em blocos (34% para Itália e 30% para a China).
O Espírito Santo correspondeu a 64,91% das exportações brasileiras deste ano, em dólar, e a 56%, em tonelada. Não há dados computados sobre os principais destinos das exportações do Espírito Santo, mas segundo o Centro de Exportações, elas acompanham a tendência nacional.
Exportações capixabas de Rochas ultrapassam resultados do ano de 2005