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Especialista dá dicas de como assentar rochas

Publicado em 11/09/2011

Problemas com o caimento, a falta de aderência, de esquadro e de uniformidade do material podem dar dor de cabeça na hora de assentar mármores e granitos.
Para driblar essas dificuldades e obter o melhor assentamento, o engenheiro civil Adriano Alves, diretor comercial da Cia Brasil Engenharia, deu várias dicas ao Inforochas.
Segundo ele, é fundamental que o empresário verifique a experiência, o know how do aplicador para o qual ele está oferecendo esse trabalho.
De acordo com o engenheiro, não existe diferenciação quando o assunto é assentamento de rochas. “O procedimento é o mesmo para granito, ardósia, mármore, e, inclusive, cerâmica. O que há são cuidados especiais em função das características de cada rocha”, contou.

Os erros mais comuns na hora de assentar pisos

• Passar do substrato, do contrapiso ou do reboco, onde será assentada a peça;
• Não verificar o caimento, o escoamento da água;
• Não estar atento à aderência do material, se ele está em boas condições para ser assentado;
• Inobservância se o produto que vai ser assentado está em uniformidade em questão de tonalidade, de bitola, de esquadro, de empeno.
É comum o profissional que vai assentar só perceber que existe um plano mais claro e outro mais escuro após o material já estar no lugar;
• Desatenção ao ângulo mínimo da própria desempenadeira de substrato.

Projeto garante maior rendimento

O Projeto Metro Quadrado por Minuto, desenvolvido pela Cia Brasil Engenharia, empresa de Vila Velha, é considerado um case de sucesso por ter conseguido rendimento bem superior ao procedimento convencional na hora de assentar pisos.

“Uma equipe convencional de cinco pessoas assenta, em média, 70 a 80 m² de granito, por dia. Já o projeto, com o mesmo número de profissionais, assenta até 300 m² por dia”, garantiu o engenheiro civil Adriano Alves, diretor comercial da empresa.

Para conseguir um rendimento tão diferenciado, Adriano destaca que alguns procedimentos são fundamentais, como a ergonometria em que os equipamentos são usados.

“Pelo método, o profissional trabalha em pé, só se agacha de fato quando precisa colocar a pedra no lugar. Todo trabalho prévio é verificado (caimento, tonalidade, bitola) para que não haja interrupções. O retrabalho é praticamente zero”, justificou.

Segundo ele, o trabalho é otimizado com o auxílio de dois equipamentos: o aplicador contínuo de argamassa (uma caixa colocada sobre um carrinho que, ao se mover, libera o produto) e um motonivelador que vibra, nivelando a superfície existente e garantindo a impregnação total da argamassa no piso.


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