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SÍNTESE DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS NO 1º QUADRIMESTRE DE 2020

Publicado em 25/05/2020


As exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 267,3 milhões no 1º quadrimestre de 2020. Frente ao mesmo período de 2019, a queda do faturamento atingiu 12,94%. Mês a mês, a retração foi de 12,68% em janeiro, 10,18% em fevereiro,38% em março e 20,09% em abril. A retração específica entre abril/2020 e abril/ 2019 (20,09%), que mais realisticamente fornece a dimensão do impacto do covid-19, é talvez o dado mais significativo de 2020.
    Além disso, o faturamento das exportações de rochas processadas teve um recuo de 14,96%, contra uma retração de 5,77% das rochas silicáticas brutas e um crescimento de 14,21% das rochas carbonáticas brutas, neste último caso, contudo, sobre uma base pouco elevada. Também com exceção das exportações de rochas carbonáticas brutas, que registraram incremento de 15,14% no preço médio, as rochas silicáticas brutas sofreram redução de 3,38% e as rochas processadas de 3,49%, levando o preço médio geral das exportações a uma queda de 5,30%.
    Mesmo com uma variação negativa de 3,12% no faturamento, as exportações pela posição 6802.99.90, que abriga chapas de rochas exóticas e especialmente de quartzitos, tiveram incremento de 4,37% no volume físico, traduzindo uma queda de 7,18% do seu preço médio.
    Destaca-se que o faturamento das exportações pela posição 6802.99.90 já equivalem à metade da posição 6802.93.90, tendo ultrapassado o total das rochas silicáticas brutas. Não há dúvida de que a maior parte das exportações pela posição 6802.99.90 envolve chapas de quartzito. Continuamos, porém, sem uma base mais adequada de diferenciação dos produtos nela exportados, em relação às chapas de rochas não quartzíticas e, sobretudo, aos produtos acabados, fundamentais para avaliar a evolução da terceira onda exportadora do setor de rochas. 
   Espera-se que não evolua a retração do preço médio dos produtos comerciais do setor de rochas, retração esta provocada pela queda na demanda, mas principalmente pela sobrevalorização do US$ dólar frente ao real. Reitera-se que a construção civil é um dos principais “motores” da economia dos EUA, nosso principal cliente no mercado internacional e do qual o Brasil é o principal fornecedor de rochas. Tal como ocorreu na crise de 2008-2009, aretomada da construção civil nos EUA, bem como das exportações brasileiras de rochas para o país, deverá ocorrer na forma de um “V”, ou seja, rapidamente, mesmo que no curto prazo não atinja valores e volumes anteriores aos da pandemia. É isso que desejamos acontecer ainda em 2020, mesmo contra os prognósticos.

SÍNTESE DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS NO 1º QUADRIMESTRE DE 2020

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Fonte: SÍNTESE DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS NO 1º QUADRIMESTRE DE 2020

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