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Greve deixa portos lotados

Publicado em 11/08/2011

Atraso na movimentação de mercadorias chega a 15 dias. Em Capuaba, pilhas de contêineres equivalem a prédios de 5 andares.

A greve dos auditores fiscais da Receita Federal está provocando acúmulo de contêineres nos portos da Grande Vitória, com pilhas que equivalem a prédios de cinco andares. No Terminal de Vila Velha (TVV), à medida que os contêineres são descarregados e ficam parados, diminui o espaço para armazenamento.

O valor das mercadorias paradas aguardando liberação chega a R$ 1 bilhão, conforme A Tribuna informou na edição do último dia 19, de acordo com dados do Sindicato das Empresas de Exportação e Importação do Estado (Sindiex).

A entidade avalia que, desde o início da greve, há um mês, os atrasos no recebimento e na liberação das mercadorias atingem 15 dias. As multas por atraso nos contratos e os custos de armazenagem das mercadorias paradas também chegam a R$ 1 bilhão.

Um dos exemplos é o pátio da Tegma Gestão e Logística, em Cariacica, onde os carros importados à espera de liberação ocupam uma área de 725 mil metros quadrados.

No Porto de Capuaba, em Vila Velha, os contêineres se acumulam, estocados em pilhas de cinco, o máximo permitido pelas normas internacionais. Com as pilhas, aumenta a demora para localizar os contêineres – de duas a três horas para três a quatro dias – e, conseqüentemente, o prejuízo também se acumula.

Chegou a ser noticiado ontem que os auditores da Receita Federal consideravam próximo o fim da greve. No entanto, durante o dia, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) informou que o fim da greve da categoria, iniciada em 18 de março, depende “da boa vontade do governo”.

Assinado pelo presidente da entidade, Pedro Delarue, o documento da categoria diz que o governo precisa ceder pouco para alcançar propostas compatíveis com as reivindicações dos auditores.

“A depender da boa vontade do governo, estão colocadas as condições para um entendimento. Afinal, no momento, a solução não depende apenas dos auditores fiscais, que ao longo de oito meses sempre estiveram à disposição para negociar”, informa o texto.

Enquanto não há acordo entre auditores e governo, a categoria afirma que não aceitará a proposta apresentada na terça-feira da semana passada, já rejeitada em assembléia na última sexta-feira. Greve deixa portos lotados

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